sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

POR QUE NINGUÉM VIAJA PARA O BRASIL O Brasil? por Betina Neves

POR QUE NINGUÉM VIAJA PARA O BRASIL O Brasil?
por Betina Neves

Enquanto o turismo cresce no mundo, o Brasil inteiro recebe menos visitantes que Miami. Onde estamos errando?

Búzios, Floripa ou Morro de São Paulo, provavelmente reclamou da multidão de argentinos e uruguaios invadindo nossa praia. Parece que tem gringo demais tirando férias por aqui, certo? Errado.

O mundo está viajando cada vez mais, é verdade. De acordo com o relatório do World Travel & Tourism Council (WTTC) de 2016, o turismo cresce há cinco anos consecutivos mais do que a economia global, principalmente nos países em desenvolvimento. Mas o Brasil não está nesse bonde: estamos na casa dos 5 milhões de turistas internacionais desde 1998. Ou seja, se a nossa economia vive uma recessão nos últimos dois anos, o turismo já está assim há 18 anos.
Pior: mesmo contando com mais praias do que uma família seria capaz de conhecer em cinco gerações e tendo tantas belezas naturais quanto Miami tem de brasileiro, o País não está nem entre os 40 mais visitados do mundo. Perdemos até para Miami, que é destino de mais de 7 milhões de turistas por ano. Mesmo o Coliseu (4 milhões de visitantes anuais) recebe quase tanta gente quanto o Brasil todo.

“Sim, mas se você mora na Europa é só pegar o carro para visitar o Coliseu. O Brasil não é tão acessível assim”, diria algum advogado do diabo de plantão. Mas não, excelência.

A África do Sul, que não é exatamente o lugar mais acessível da Terra, atingiu recentemente a marca dos 10 milhões de turistas. A Tailândia, distante para europeus e americanos, 28 milhões.

O México, que só fica perto mesmo dos EUA e do Canadá, 30 milhões.

O Peru, aqui ao lado, experimentou um crescimento de 340% no número de turistas nos últimos 15 anos, saltando de 800 mil visitantes para 3,5 milhões, enquanto o Brasil permaneceu estagnado. E no fim seguimos com menos turistas que países como Tunísia e Bulgária.

Tudo isso forma um cenário ainda pior do que parece. O turismo é cada vez mais importante na economia global, e na economia do Brasil não é diferente. Só em 2015, o setor gerou mais de 2,6 milhões de empregos diretos por aqui. Sem falar que o Brasil aparece em décimo lugar no ranking da WTTC, que compara a relevância do turismo no PIB dos países. A questão é que 94% dessa participação provém de viagens domésticas, de nós mesmos indo curtir o verão na Bahia e o inverno em Gramado. “Temos um turismo interno relativamente forte, mas nosso potencial internacional é um dos menos aproveitados do mundo”, diz Vinicius Lummertz, presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur).


Portos ruins: aportar no Brasil sai 20 vezes mais caro do que lá fora. Culpa do mau estado dos portos e da burocracia. Nisso, os cruzeiros fogem daqui (Estúdio Rufus)

A Embratur foi criada em 1966 para cuidar de tudo que diz respeito a turismo no Brasil, desde capacitação de pessoal a obras e divulgação. Com a implantação do Ministério do Turismo em 2003, ela passou a se dedicar exclusivamente à promoção do Brasil como destino no exterior. Isso é feito com participação em feiras, financiamento da vinda de jornalistas estrangeiros, campanhas de marketing e produção de conteúdo escrito e audiovisual.

O órgão teve US$ 17 milhões para trabalhar em 2015 e conta com 13 escritórios no exterior (na Argentina, Peru, Holanda, Alemanha, Espanha, França, Itália, Portugal, Inglaterra, Japão e três nos Estados Unidos).

Nossos vizinhos latinos gastam bem mais: o Peru tem 38 escritórios ao redor do mundo, e o órgão federal de promoção mexicano gasta US$ 50 milhões. E vão muito além de aparecer numa feira: a PromPeru, agência de promoção peruana, faz acordo com marcas para realizar ensaios de moda usando o país de fundo e chegou a fechar uma parceria com a Rede Globo para que Machu Picchu aparecesse na novela Amor à Vida, de 2013. “O Brasil não tem nem filminhos promocionais passando nos aviões das companhias aéreas estrangeiras que operam por aqui”, diz Guilherme Paulus, sócio-fundador da agência de viagens CVC e membro do Conselho Nacional de Turismo do Governo Federal.

Quem não aparece não é visto

A vinda de grandes eventos esportivos deveria turbinar o turismo, mas a Copa acabou tendo um efeito apenas pontual (um salto para 6,4 milhões de visitantes em 2014 – 30% mais do que a média). O Brasil não fez a lição de casa de comunicação e marketing e esperou que os jogos agissem por si só. Para as Olimpíadas, a ação mais poderosa foi a isenção de visto para americanos, canadenses, australianos e japoneses entre 1º de junho e 18 de setembro. “Desde os Jogos Pan-Americanos em 2007, o Brasil tem tido um alto grau de exposição, mas por falta de projetos especiais de divulgação isso está sendo mal aproveitado”, explica Ricardo Uvinha, professor do programa de pós-graduação em turismo da USP.

A imagem do Brasil no exterior acaba manchada pelo noticiário negativo: em vez de praias, cachoeiras ou cidades históricas, o que mais se vê lá fora sobre nós tem a ver com violência, crise econômica e desastres como o de Mariana. No Foreign Travel Advice (“conselhos para viagens ao exterior”), uma ferramenta online do governo britânico que analisa cada país em relação à segurança, o Brasil aparece com “alto nível de criminalidade”, com menção a arrastões, assaltos com arma de fogo e roubos em caixas eletrônicos. São citadas também manifestações políticas violentas e risco de zika.

A imagem do Brasil no exterior acaba manchada pelo noticiário negativo: em vez de praias, cachoeiras ou cidades históricas, o que mais se vê lá fora sobre nós tem a ver com violência, crise econômica e desastres como o de Mariana
A divulgação fraquinha une-se à falta de informação na internet para travar a vinda dos gringos. Olhando a relação dos dez destinos mais visitados, ela quase que se limita a cidades sem belezas naturais, com São Paulo, Porto Alegre e Brasília, que dividem a lista com Búzios, Foz do Iguaçú e o Rio, líder (merecido) entre os nossos destinos mais visitados. Chapada Diamantina, Bonito ou os Lençóis Maranhenses, que, convenhamos, não têm menos potencial turístico que Brasília ou Porto Alegre, nem aparecem na lista.

Isso acontece porque os turistas estrangeiros mal sabem que esses destinos existem. E a culpa não é deles.

As agências de turismo especializadas em destinos brasileiros não têm sites em inglês, muitos hotéis e pousadas não estão presentes nas ferramentas de reservas globais, como o Booking.com, horários de balsas e ônibus não constam na internet. Para um estrangeiro descobrir como ir do aeroporto de Campo Grande a Bonito ou de Fortaleza até Jericoacoara, por exemplo, vai levar uma canseira do Google até encontrar uma informação confiável.

Parques largados: dos nossos 71 parques nacionais, poucos têm trilhas sinalizadas, guias, áreas de camping e pousadas. Resultado: eles recebem só 7,1 milhões de visitantes por ano, contra 307 milhões nos dos EUA

Isso reflete a falta de preparo geral do País para receber visitantes, o que vai da sinalização monoglota nas ruas e no transporte público até garçons, taxistas e guias que não falam língua alguma que não seja o português. Falar um inglês excelente não é imprescindível – bambambãs do turismo como Itália, China e Tailândia também têm problemas com o idioma. No Brasil, porém, a maior parte dos profissionais de serviços ignora os rudimentos mais básicos do idioma. Aí complica.

Burocracia, sempre ela

A infraestrutura ruim também não ajuda. Dos 1,7 milhão de quilômetros da nossa malha de estradas, pouco mais de 10% são asfaltadas. Some isso à virtual ausência de transporte ferroviário, e você tem um pesadelo logístico. Aviões são uma alternativa, naturalmente. Mas voar aqui sai caro. É que não temos companhias aéreas low-cost (de baixo custo), como acontece na Europa, nos EUA e na Ásia. Nelas o serviço é reduzido a basicamente o transporte; qualquer extra (como marcação de assento, despacho de mala, comida, impressão de cartão de embarque e até SMS informativo) é cobrado à parte, permitindo que a empresa jogue os preços das passagens lá embaixo. “No Brasil, além da carga tributária elevada, as aéreas enfrentam um excesso de regulamentação, já que esse modelo ‘simples’ é proibido”, diz o advogado Guilherme Amaral, especialista em direito aeronáutico.

É obrigatório pela Agência Nacional de Aviação (Anac), por exemplo, que cada passageiro tenha direito a 23 quilos de bagagem: não temos o poder deescolher pagar menos e receber menos serviços. “A crise está abrindo espaço para discutir um modelo mais flexível, mas a mudança não será a curto prazo”, Guilherme aponta.

A falta de infra atinge em cheio os parques nacionais, que seguem lindos, mas quase às moscas. Apesar de o Brasil ter sido considerado pelo Fórum Econômico Mundial como o país com maior potencial turístico em recursos naturais no mundo, nossos 71 parques nacionais receberam 7,1 milhões de visitantes em 2015 – sendo que 2,9 milhões se concentraram no Parque Nacional da Tijuca, encravado na área urbana do Rio. Para comparar: os 59 parques nacionais dos EUA receberam 307 milhões de turistas no mesmo período.

Aí não pesa só o isolamento turístico do Brasil, já que tanto aqui como nos EUA o grosso dos visitantes de parques nacionais são turistas nativos. Mas a discrepância deixa claro outro problema nosso. Aqui, os parques são mais encarados como unidades de proteção ambiental do que como atração turística: poucos têm trilhas sinalizadas, guias, hotéis e transporte com preços competitivos.

Para piorar, quem pensa em abrir um negócio de turismo também tem pouco incentivo, dada a dificuldade de empreender no Brasil: no último relatório do Banco Mundial, o país aparece na 116ª posição na lista dos países nos quais é mais fácil abrir e conduzir uma empresa.

O setor de cruzeiros é um dos que mais sofrem. Em 2010, chegamos a ter 20 navios viajando pela costa brasileira. O número caiu pela metade em 2015 e, para a temporada de 2016, que começa em novembro, míseros seis navios estão confirmados até o momento. Isso porque quase todos os processos que envolvem a realização de um cruzeiro são caros e complicados, desde a aprovação da construção de um porto à contratação do prático (o“manobrista de navio” – aquela que talvez seja a profissão mais inflacionada do Brasil, com ganhos que chegam a R$ 300 mil por mês).

Em 2010, chegamos a ter 20 navios viajando pela costa brasileira. O número caiu pela metade em 2015 e, para a temporada de 2016, que começa em novembro, míseros seis navios estão confirmados até o momento.
 
“Operar um porto aqui tem custos 20 vezes maiores do que em outros destinos. Hoje estamos perdendo nossos navios para China, Austrália, Caribe, Dubai”, diz Mario Ferraz, presidente da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos.

Além de tudo isso, o Brasil continua sendo um país quase tão fechado e protecionista quanto era na época da ditadura militar, já que impõem impostos extorsivos ao capital estrangeiro.

O último Índice de Abertura de Mercados, publicado em setembro de 2015 pela Câmara de Comércio Internacional (CCI), coloca o Brasil na 70ª posição entre 75 países, ficando atrás da Argentina, Nigéria e Uganda (o ranking é organizado por grau de abertura comercial, da maior para a menor). Dessa forma, recebemos menos investimentos de fora do que poderíamos. “E isso atrapalha o turismo. Um exemplo é Brasília não ter Hyatt, Hilton ou Sheraton, grandes nomes da hotelaria mundial”, diz Vinicius, da Embratur. Essa atitude conservadora reflete também na burocracia para entrar no País. O governo defende a reciprocidade, ou seja, que nós exijamos visto dos países que o requerem para nós. A prática é comum no mundo todo – não se trata de uma aberração do Itamaraty.

Despreparo: a sinalização monoglota e a falta de prestadores de serviço que se comuniquem em inglês podem complicar a vida de um turista, e estão entre os porquês de recebermos poucos visitantes

Mas é fato que requisitar visto de Japão, Austrália, Canadá e, principalmente, dos EUA e da China diminui consideravelmente a chance de esses turistas virem passar as férias por aqui – péssimo negócio se você levar em conta que chineses e americanos são os viajantes que mais gastam no mundo. “O fim da reciprocidade diplomática beneficiaria a nossa economia”, diz Mario Ferraz. Ou seja: estamos rasgando dinheiro para manter o improdutivo olho por olho da diplomacia.

Tendo em vista essas dificuldades todas, então, já dá para considerar heróis os 5 milhões de turistas que chegam ao Brasil. E o que eles pensam do País depois de passar uma temporada por aqui? Bom, de acordo com uma pesquisa do Ministério do Turismo feita em 2014, no fim da viagem, 95% deles demonstram intenção de voltar. Ou seja, mesmo com todas as adversidades, conseguimos conquistar quem vem. Resta fazer com que mais gente venha.

Os problemas do Brasil

1. Portos ruins
Aportar no Brasil sai 20 vezes mais caro do que lá fora. Culpa do mau estado dos portos e da burocracia. Nisso, os cruzeiros fogem daqui.

2. Parques largados

Dos nossos 71 parques nacionais, poucos têm trilhas sinalizadas, guias, áreas de camping e pousadas. Resultado: eles recebem só 7,1 milhões de visitantes por ano, contra 307 milhões nos dos EUA.

3. Despreparo

A sinalização monoglota e a falta de prestadores de serviço que se comuniquem em inglês podem complicar a vida de um turista, e estão entre os porquês de recebermos poucos visitantes.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

RÉVEILLON NA ILHA DA MAGIA - Falando de Turismo por Jeff Severino

RÉVEILLON NA ILHA DA MAGIA


Sem utilizar nenhum recurso público, este ano a Secretaria de Turismo de Florianópolis conseguiu fechar a grade de programação das atrações esperadas para a virada do ano com parcerias público-privadas. O palco começará a ser montado na próxima quinta-feira, dia 29.  


A festa ocorre na Beira-Mar Norte com queima de fogos, Djs e shows a partir das 21h. Quem abre a festa é o DJ da Boate 1007, Alexandre Sandall, com muita música das 21h às 22h. Depois seguem as atrações com o cantor Maurício Cavalheiro até as 23h e a banda Sambaí que participa da contagem regressiva para o Ano Novo. Quem encerra a festa é o DJ Felipe Fagundes.


RÉVEILLON NO INFINITY BLUE


Como nossa Ilha estará cheia, vou em busca de privacidade e qualidade. Me mudo para a Praia dos Amores, semi-privada, para o melhor réveillon do Sul do Brasil, no Infinity Blue Resort & Spa. Fui pela primeira vez em 2012, gostei tando que este será o quarto ano seguido. O melhor resort, pé na areia, preparou um super pacote do dia 27 ao dia 1º de Janeiro de 2017.   Até duas crianças de cinco anos é cortesia, de acordo com a capacidade do apartamento. Café da manhã, almoço, jantar e ceia de fim de ano incluídos. 


Também show de fogos a beira mar; com espumante de cortesia. O jantar do dia 31 terá decoração especial com o tema: Santa Catarina. Berçário para crianças até 03 anos; Espaço kids Betinho Carreiro, além de toda nossa estrutura de lazer com piscinas, saunas, academia, sala de jogos, sala de cinema; recreação para todas as idades (com cama elástica, pista de aventura, mini golfe e arco e flecha). 


FLORIPA NA FRENTE


Florianópolis fica à frente do Rio em cidades preferidas para viajar no verão. O levantamento é do Ministério do Turismo  e mostra que os brasileiros devem viajar mais pelo país nesta temporada. Nos dados, que mostram que a estimativa é de que sejam feitas 73,4 milhões viagens entre dezembro de 2016 e fevereiro de 2017, Florianópolis desponta em 2º lugar no ranking de lugares que mais devem ser visitados. Em 1º ficou São Paulo, o que eu acho uma tremenda mentira porque aqui enche completamente de paulistas. A Praia Mole é a bola da vez, de novo, como a mais preferida.  


O último Boletim de Desenvolvimento Econômico do Turismo já indicava uma perspectiva de alta para o quarto trimestre de 2016. Das 927 empresas que participaram do levantamento, 64% afirmaram que há uma perspectiva de crescimento na comparação com o mesmo período de 2015. Dos sete segmentos pesquisados, cinco indicaram um aquecimento nos negócios: transporte aéreo, parques e atrações, receptivo turístico, agências de viagem e operadoras de turismo. Apenas os organizadores de eventos e meios de hospedagem indicaram uma perspectiva de baixa para o período de outubro a dezembro de 2016. As empresas ouvidas movimentam R$ 8,8 bilhões por ano e geram 77,1 mil empregos.


SAUVIGNON BLANC DA VILLA FRANCIONI


O rótulo VF Sauvignon Blanc 2015, produzido pela vinícola catarinense Villa Francioni, está na lista entre os melhores vinhos do Novo Mundo de 2016, assinada pelo especialista em vinhos e colunista do jornal Valor Econômico, Jorge Lucki. O vinho foi elaborado pelo enólogo Orgalindo Bettú, que é responsável pela produção das três linhas de produtos da vinícola ( VF, Joaquim e Aparados), desde o lançamento dos primeiros rótulos em 2005. Confira a ficha técnica do rótulo classificado na seleta lista, entre os Destaques do Ano. Mais informações:www.villafrancioni.com.br.


TERRA DA MAÇÃ


Pra quem quer curtir o réveillon longe da fantástica muvuca do litoral, a dica é subir a serra e chegar no Vale do Contestado, na linda Fraiburgo e hospedar-se no Renar, ícone da hotelaria catarinense. 


EMBRATUR E EMBAIXADA DO BRASIL EM LISBOA

Rodrigo Godinho Corrêa, do EBT em Portugal; Jeanine Pires, ex-presidente da Embratur; Amanda Nogueira, da Embaixada do Brasil em Portugal; Celeste Andrade, da Copastur, e Edmar Bull, da Abav Nacional. Foto: EBT de Portugal


Conhecida como a Veneza portuguesa, a cidade de Aveiro recebeu no mês de dezembro o 42º Congresso Nacional da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), que reuniu cerca de 500 participantes, entre empresários do setor turístico, representantes de agências de viagens e profissionais dos vários segmentos do turismo português e internacional. 


A Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), por meio do Escritório Brasileiro de Turismo (EBT) de Portugal, em uma ação conjunta com a Embaixada do Brasil em Lisboa, apresentou os destinos e segmentos turísticos brasileiros aos congressistas.


O Brasil esteve presente no congresso com estande próprio no Trade Show do 42º Congresso, paralelo às sessões de trabalho. Foi possível, também, interagir com trade local e obter importantes informações sobre a situação atual, tendências e expectativas relativas ao Brasil em Portugal que ajudarão a Embratur e compor suas estratégias de promoção internacional no país. Com o tema “Turismo: Liberdade de Escolha e Fatores de Competitividade”, o Congresso contou com palestras e debates que abordaram os desafios do setor de turismo atual, o futuros das agências de viagens, além das estratégias e fatores de competitividade dos diversos segmentos turísticos.


A participação brasileira foi reforçada com a presença do Embaixador do Brasil em Lisboa, Luiz Alberto Figueiredo Machado, do presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV), Edmar Bull, da ex-presidente da Embratur, a consultora Jeanine Pires. Portugal ocupa o 10º lugar entre os países do mundo de emissores de turistas para o Brasil e o 4º entre os europeus.


HOTEL CERCANO - ESTRELA DA SERRA GAÚCHA

Natal Luz atrai visitantes mesmo em períodos de crise econômica. (Foto: Cleiton Thiele)

Um dos maiores eventos de Gramado, o Natal é um dos que mais atrai turistas à cidade serrana. Pessoas do Brasil inteiro visitam a terra do chocolate, do cinema e do Papai Noel. O Natal Luz  que começou em outubro e vai até meados de janeiro, além de fomentar o comércio, é responsável pela ocupação em quase 100% da rede hoteleira e de aguardar na fila em um dos melhores roteiros gastronômicos da Serra. OHotel Cercano, ao lado da Rua Coberta é o primor da cidade. 


Segundo Cinzea Nunes, gerente Geral do Cercano, "Ainda não sentimos crise, estamos sempre com o hotel cheio. Estamos acostumados com grandes famílias ou grupos de amigos que passam o final do ano desfrutando das nossas dependências e gastronomia. Estamos com 100% de ocupação neste Natal e já estamos praticamente lotados para o Réveillon, restam apenas algumas unidades e quem deixar para última hora poderá não desfrutar", afirmou.


Conforme o presidente do Sinditur/Serra Gaúcha que representa os setores de hotelaria, restaurantes, bares e similares da Serra, Fernando Boscardin: "A ocupação hoteleira está em torno de 80% a 85% na Serra. Mesmo com a reclamação de alguns turistas em relação aos preços, comerciantes e hoteleiros estão satisfeitos, considerando a situação econômica do país. O Natal Luz é consolidado, muito procurado e comparando com os preços do Litoral em época de veraneio, estamos na média". Boscardin ressalta, ainda, que Gramado, assim como Canela, oferece atendimento e infraestrutura de padrão de primeiro mundo."Temos aqui preços para todos os bolsos com a mesma excelente qualidade, claro que com a crise, comerciantes tiveram que se adaptar às condições dos cliente", disse.


CARA DO BRASIL

Foto: Carlos Sodré/ Ag. Pará

Em um país com a diversidade cultural do Brasil e repleto de talentos para expressar o que há de mais genuíno no povo brasileiro, o artesanato aparece como um apelo irresistível para quem quer guardar lembranças da viagem ou simplesmente presentear. E o Natal pode ser um bom momento de valorização do artesanato nacional. De Norte a Sul do país, esses produtos podem ser encontrados em feiras de rua e mercados públicos que se tornaram pontos turísticos e ajudam a gerar renda, revelar talentos e projetar artesãos brasileiros pelo mundo.


Para quem vai à região Norte, a riqueza da Amazônia está muito bem representada no artesanato do Pará. As cerâmicas Marajoara e Tapajônica; as biojóias - confeccionados com fibras e sementes da floresta -; as cuias bordadas ou pintadas; e os brinquedos de Miriti, que retratam a fauna e a flora amazônica; além dos sachês com “cheiros” do estado formam um conjunto perfeito de presentes com identidade brasileira. A maioria desses produtos, segundo a Secretaria de Turismo do Pará, podem ser encontrados em centros de artesanatos e feiras de Belém e de Santarém, município onde se concentram no Centro de Artesanato do Tapajós Cristo Rei. 


O Nordeste é terra fértil na produção de cerâmicas, rendas, bordados, redes, além de bebidas artesanais e produtos alimentícios. Em João Pessoa - PB, bem em frente ao Tropical Tambaú Resort, tem uma grande feira para todos os gostos e bolsos. além do artesanato, sempre trago de lá alguns quilos do tradicional queijo coalho. 

Tropical Tambaú Resort - João Pessoa - PB


ESTRADA SOLAR


Simplesmente morro de inveja. O Chile já está usando e abusando da energia solar e agora a França inaugura primeira estrada solar do mundo. A rodovia coberta de painéis solares deve gerar energia para iluminação pública de uma pequena cidade da Normandia. E não vai ficar só nisso, a França pretende construir mais vias do tipo, e Alemanha e Estados Unidos testam projetos semelhantes. A rodovia é pavimentada com painéis solares capazes de fornecer energia para a iluminação pública de Tourouvre, pequena cidade de 5 mil habitantes no noroeste do país, na região da Normandia. 


O trecho foi ligado à rede de energia elétrica local, segundo anunciou a ministra do Meio Ambiente francesa, Ségolène Royal. "Este novo uso da energia solar aproveita grandes extensões de infraestrutura rodoviária já em uso para produzir energia sem ocupar novos espaços", disse Royal por meio de um comunicado.


Os responsáveis pelo projeto sustentam que o trecho inaugurado hoje é uma prova de que o preço da infraestrutura diminuirá à medida que aumente a demanda, o que barateará também o custo da energia produzida. Em 2020, disseram, o preço do quilowatt produzido em uma estrada solar será similar ao de outra usina de energia solar. E no Brasil falta luz, água, hospitais, ... (mesmo tendo os maiores mananciais do mundo). 


Em Pernambuco onde o governo sequer paga os "pipeiros" faz-se vaquinha até para mandar carros pipas para abastecer o agreste. Nossos desgraçados governantes aumentam seus próprios e exorbitantes salários, temos o pior e mais caro combustível do mundo, mesmo tendo terras e cana para plantar. O Brasil está sempre na contra mão da história e, por conta disso pagamos os impostos mais absurdos do mundo e pior, sem retorno. Como teremos um Brasil do futuro? Que país é esse? 


ATÉ 2017

Essa é a última do ano. Até o ano que vem, vou para minha casa a beira da praia, pé na areia, com grandes amigos me esperando. Desejo desde já um FELIZ 2017, repleto de saúde, trabalho e realizações. 

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Foi muito bom contar com a companhia/parceria de vocês. Segundo o Google, foram mais de 14.500 milhões de acessos. Não poderia estar mais contente, retorno certo aos meus clientes, amigos, parceiros e leitores. Muito obrigado mesmo ! Contem comigo sempre ! Eu acredito no turismo como fonte espetacular de divisas e por isso trabalho apaixonadamente nesta área. 


sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

HOTEL CERCANO - ESTRELA DA SERRA GAÚCHA

HOTEL CERCANO - ESTRELA DA SERRA GAÚCHA

Natal Luz atrai visitantes mesmo em períodos de crise econômica. (Foto: Cleiton Thiele)

Um dos maiores eventos de Gramado, o Natal é um dos que mais atrai turistas à cidade serrana. Pessoas do Brasil inteiro visitam a terra do chocolate, do cinema e do Papai Noel. O Natal Luz  que começou em outubro e vai até meados de janeiro, além de fomentar o comércio, é responsável pela ocupação em quase 100% da rede hoteleira e de aguardar na fila em um dos melhores roteiros gastronômicos da Serra. O Hotel Cercano, ao lado da Rua Coberta é o primor da cidade. 


Segundo Cinzea Nunes, gerente Geral do Cercano, "Ainda não sentimos crise, estamos sempre com o hotel cheio. Estamos acostumados com grandes famílias e grupos de amigos que passam o final do ano desfrutando das nossas dependências e gastronomia. Estamos com 100% de ocupação neste Natal e já estamos praticamente lotados para o Reveillón, restam apenas algumas unidades e quem deixar para última hora poderá não desfrutar", afirmou.


Conforme o presidente do Sinditur/Serra Gaúcha que representa os setores de hotelaria, restaurantes, bares e similares da Serra, Fernando Boscardin: "A ocupação hoteleira está em torno de 80% a 85% na Serra. Mesmo com a reclamação de alguns turistas em relação aos preços, comerciantes e hoteleiros estão satisfeitos, considerando a situação econômica do país. O Natal Luz é consolidado, muito procurado e comparando com os preços do Litoral em época de veraneio, estamos na média". Boscardin ressalta, ainda, que Gramado, assim como Canela, oferece atendimento e infraestrutura de padrão de primeiro mundo. "Temos aqui preços para todos os bolsos com a mesma excelente qualidade, claro que com a crise, comerciantes tiveram que se adaptar às condições dos cliente", disse.